Vereador de Brusque é solto, porém, ficará impedido de exercer a função e sob monitoramento eletrônico

Parlamentar foi preso na última quinta-feira (30) por suspeita de crime contra administração pública

Vereador de Brusque é solto, porém, ficará impedido de exercer a função e sob monitoramento eletrônico

A justiça da Comarca de Brusque decidiu relaxar a prisão do vereador, preso em flagrante, na última quinta-feira, dia 30, por suspeita de crime contra a administração pública. Ele, porém, teve que pagar uma fiança de R$ 39.600. A prisão do parlamentar, cujo nome não foi revelado, fez parte de uma ação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em apoio à 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Brusque, que tem como foco a área da moralidade administrativa.

Segundo o titular da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Brusque, Promotor de Justiça Daniel Westphal Taylor, foi concedida a liberdade provisória mediante o pagamento de fiança e aplicadas pela Justiça, ainda, a pedido do Ministério Público, medidas cautelares diversas à prisão. Entre elas estão a suspensão do exercício de função pública de vereador, proibição de acesso e frequência à Câmara de Vereadores de Brusque, proibição de manter contato com vereadores e suplentes do município e monitoramento eletrônico. Se descumprir essas determinação, ele pode retornar para a prisão
Na quarta-feira, o Ministério Público foi procurado por um suplente do vereador que informou que o suspeito estaria cobrando parte de seu salário para que ele ocupasse a vaga por um mês. Então, uma notícia de fato criminal foi instaurada para apurar a situação. A diligência que resultou na prisão também contou com o apoio da Polícia Civil local. 

Mandado de busca e apreensão em residência de servidor

Em outra ação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em apoio à 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Brusque, foi cumprido na sexta-feira, dia 1º, mandado de busca e apreensão na residência de um servidor da Prefeitura de Brusque.

Segundo o Promotor de Justiça Daniel Westphal Taylor, trata-se de uma investigação já em curso há algum tempo e relacionada a possível repasse de salário de servidores.

A apuração tramita em sigilo e, segundo a promotoria, não está relacionada com a prisão do vereador na quinta-feira.



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